Blow, blow, thou winter wind
Thou art not so unkind
As man's ingratitude;
Thy tooth is not so keen,
Because thou art not seen,
Although thy breath be rude.
Heigh-ho! sing, heigh-ho! unto the green holly:
Most freindship if feigning, most loving mere folly:
Then heigh-ho, the holly!
This life is most jolly.
Freeze, freeze thou bitter sky,
That does not bite so nigh
As benefits forgot:
Though thou the waters warp,
Thy sting is not so sharp
As a friend remembered not.
Heigh-ho! sing, heigh-ho! unto the green holly:
Most friendship is feigning, most loving mere folly:
Then heigh-ho, the holly!
This life is most jolly
Mostrando postagens com marcador Verão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Verão. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Monday mood (3)
In winter I get up at night
And dress by yellow candle-light.
In summer, quite the other way,
I have to go to bed by day.
I have to go to bed and see
The birds still hopping on the tree,
Or hear the grown-up people's feet
Still going past me in the street.
And does it not seem hard to you,
When all the sky is clear and blue,
And I should like so much to play,
To have to go to bed by day?
Robert Louis-Stevenson, "Bed in Summer".
segunda-feira, 20 de julho de 2015
domingo, 1 de setembro de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Era uma vez, a vida - 3
Fundo do mar
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.
Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.
Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.
Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.
Sophia de Mello Breyner Andresen, Obra Poética I.
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.
Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.
Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.
Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.
Sophia de Mello Breyner Andresen, Obra Poética I.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
Os Dias de Verão
Os dias de verão vastos como um reino
Cintilantes de areia e maré lisa
Os quartos apuram seu fresco de penumbra
Irmão do lírio e da concha é nosso corpo
Tempo é de repouso e festa
O instante é completo como um fruto
Irmão do universo é nosso corpo
O destino torna-se próximo e legível
Enquanto no terraço fitamos o alto enigma familiar dos astros
Que em sua imóvel mobilidade nos conduzem
Como se em tudo aflorasse eternidade
Justa é a forma do nosso corpo
Sophia de Mello Breyner Andresen, Dual
Cintilantes de areia e maré lisa
Os quartos apuram seu fresco de penumbra
Irmão do lírio e da concha é nosso corpo
Tempo é de repouso e festa
O instante é completo como um fruto
Irmão do universo é nosso corpo
O destino torna-se próximo e legível
Enquanto no terraço fitamos o alto enigma familiar dos astros
Que em sua imóvel mobilidade nos conduzem
Como se em tudo aflorasse eternidade
Justa é a forma do nosso corpo
Sophia de Mello Breyner Andresen, Dual
quinta-feira, 2 de maio de 2013
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Terraços
enchíamos os terraços de gambiarras
ou armávamos fogueiras enormes na praia
e dançávamos todo o verão
quase sem tempo para mais
José Tolentino de Mendonça
ou armávamos fogueiras enormes na praia
e dançávamos todo o verão
quase sem tempo para mais
José Tolentino de Mendonça
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Sobre Herbert List *
Onda de sol, verso de ouro
perífrase vã. Extasiar-me,
antes, por esta fusão,
mistura de brilhos. Ou, ainda
mais íntima, a consciência
extensa como o céu, o corpo de tudo,
semelhança absoluta. Respirar
na quebra da onda. Na água,
uma braçada lenta
até ao limite de mim.
Fiama Hasse Pais Brandão (1938 - 2002)
Mais aqui. *
perífrase vã. Extasiar-me,
antes, por esta fusão,
mistura de brilhos. Ou, ainda
mais íntima, a consciência
extensa como o céu, o corpo de tudo,
semelhança absoluta. Respirar
na quebra da onda. Na água,
uma braçada lenta
até ao limite de mim.
Fiama Hasse Pais Brandão (1938 - 2002)
Mais aqui. *
segunda-feira, 23 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)








