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| Jan van Eyck, The Virgin Mary, 1432 |
terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Um dois três, diga lá outra vez:
Tenho a certeza que se as pessoas retratadas nesta reportagem são notáveis nas suas actividades actuais isso também se deve à formação anterior, aos conhecimentos e às experiências que adquiriram no tempo da Faculdade e das primeiras incursões no mundo do trabalho.
No outro dia fui a uma florista. Queria um ramo simples mas bonito, original. A rapariga que me atendeu escolheu ouvir apenas a primeira parte do meu pedido e apressou-se a juntar verdes à rosa, simples, foi o que disse, certo? Insisti, mas não mais do que uma vez, percebi que era por clara incapacidade que se escudava no primeiro adjectivo que me saiu.
Ser original, ter arte, é ter conhecimentos específicos e não específicos, é ter vivências, é ter vida e mundo. E nisso a Universidade, o irmos para fora, lermos coisas, fazermos coisas, conhecermos pessoas, ainda é importante. Os EUA já perceberam isso há tanto tempo, mas a nós por cá convém que a Universidade seja elitista, ao invés de eclética, sectária e específica, ao invés de universitária, verdadeiramente universitária...
domingo, 15 de abril de 2012
A twin flame of mine - 3
sábado, 14 de abril de 2012
Franz Kafka no Gato Vadio
Logo à tarde há Kafka no Gato Vadio (Rua do Rosário, 281, Porto). Com Luis Graça Nobre e Rui Manuel Amaral. É às 17h00. A não perder!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Um dois três, diga lá outra vez:
Prejudicar a aprendizagem (da insolência, da indisciplina, da má fé, da distracção), não prejudica, certamente. Mas prejudica o processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos programáticos. Ensino. Ensino que é verbo, ensino que é profissão, ensino que é o dia-a-dia de milhares de pessoas neste país, ensino que é ministério, verdadeiro, para algumas dessas pessoas. Ensino que merecia um Ministério à séria. Educação é outra coisa .
quarta-feira, 11 de abril de 2012
A twin flame of mine - 2
Agatha Christie (1890 - 1976), s/a, s/d
“I myself was always recognized, though quite kindly, as ‘the slow one’ of the family. The reactions of my mother and my sister were unusually quick - I could never keep up. I was, too, very inarticulate. It was always difficult for me to assemble into words what I wanted to say…. It was not until I was over twenty that I realised that my home standard had been unusually high and that actually I was quite as quick or quicker than the average. Inarticulate I shall always be. It is probably one of the causes that have made me a writer.”
Agatha Christie, An Autobiography
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