«[…] A árvore seca ergue ramo novo. / É agora a verdadeira árvore / o ramo, a árvore consentida pela morte da árvore / – vê / como vive no brilho simulado da lua / contorno impreciso, vê / o temor e o prazer de estar viva ainda »
João Miguel Fernandes Jorge, Lagoeiros
* Albert Camus
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