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terça-feira, 21 de julho de 2020

Sobre a Auto-Ilusão

Estou a ler o último livro de ensaios de Jia Tolentino. Chama-se Reflection on Self-Delusion e é sobre as redes, o uso que fazemos das redes, a forma como estamos nós e os outros nas redes. Do primeiro ensaio:
Of course, people have been carping in this way for many centuries. Socrates feared that the act of writing would "create forgetfulness in the learner's souls." The sixteenth-century scientist Conrad Gessner worried that the printing press would facilitate an "always on" environment. In the eighteenth century, men complained that newspapers would be intellectually and morally isolating, and that the rise of the novel would make it different for people - specifically women - to differentiate between fiction and fact. We worried that radio would drive children to distraction, and later that TV would erode the careful attention required by radio. In 1985, Neil Postman observed that the American deisre for constant entertainment had become toxic, that television had ushered in a "vast descent to triviality." The difference is that, today, there is nowhere further to go. Capitalism has no land to cultivate but the self. Everyting is being cannibalized - not just goods and labor, but personality and relationships and attention. The next step is complete identification with the marketplace, physical and spiritual inseparability from the internet: a nightmare that is already banging down the door.

sábado, 18 de julho de 2020

Para memória futura (3)

Não sou leitora. Nunca fui muito de ler livros, mas sempre adorei tê-los.
Professora Isa Gomes, em entrevista ao Expresso.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Para memória futura (2)

Alguém achou que isto está bonito, bem apanhado, faz sentido. Passa na tv, é comentado nas notícias. Vou sentar-me à espera do dia de Pentecostes para ver se quem manda pode trata de explicar isto. Antes disso, só porventura o Ricardo Araújo Pereira nos pode salvar a honra e demonstrar a dimensão aviltante deste fail.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Maria do Carmo Vieira dixit

(...) professores e alunos viram a Gramática tradicional substituída por uma caótica e estéril descrição do funcionamento da língua, considerada por linguistas de referência como um verdadeiro “disparate”. Os disparates foram tais que o próprio ME, face à intensidade da polémica gerada, reconheceu a necessidade de aqueles serem corrigidos (...)

Eis os que consideraram, a uma só voz, útil a TLEBS e o “português funcional”, mas inútil a Literatura, como inútil a contextualização dos autores e das suas obras, através da qual um professor faz intervir outras artes, bem como a História ou a Filosofia. Tudo inutilidades e “perda de tempo”.